A Alphabet, a empresa-mãe da Google, tornou-se na quarta gigante tecnológica norte-americana a atingir a marca de 1 bilião de dólares (um “trilião” nos valores americanos) em valor de mercado. A 16 de janeiro, a empresa viu as suas ações chegarem aos 1.450,16 dólares no fecho da bolsa em Wall Street.

O marco surge numa altura de mudanças para a Alphabet. Em dezembro de 2019, Larry Page e Sergey Brin, fundadores da Google, deixaram as funções executivas que tinham na empresa. A passagem de testemunho foi feita para Sundar Pichai, que já era CEO da Google, o qual passou a deter os dois cargos.

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A entrada no clube restrito das “trillion dollar" surge também após uma acentuada queda na bolsa em Wall Street, em outubro de 2019, onde desvalorizou cerca de 1,5 mil milhões de dólares. Não obstante, os seus resultados do trimestre foram positivos, com a receita líquida a crescer mais de 21%. Outros negócios como a cloud, vendas de aplicações da Google Play e hardware, categorizado como “Outras Receitas” cresceram também 39% face ao período do ano passado, representando quase 16% das receitas totais da Alphabet.

Em 2018, a Apple foi a primeira empresa norte-americana a atingir a marca de 1 bilião de dólares em valor de mercado. Seguiu-se a Amazon, que no mesmo ano se juntou, se bem que brevemente, ao “clube dos bilionários”, mas encerrou a sessão com um valor abaixo do esperado. Já em 2019, foi a vez da Microsoft fazer também a sua “estreia” no clube, ultrapassando pela primeira vez a fasquia do bilião de dólares em capitalização bolsista.

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Ainda em 2019, a Apple acabou de perder o seu lugar no topo na lista das maiores empresas cotadas a nível mundial. A empresa da maçã foi destronada pela Saudi Aramco, a gigante petrolífera árabe que fez a sua estreia a 11 de dezembro de 2019, na Tadawul, a bolsa de valores da Arábia Saudita.

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