Há um novo concorrente no mundo dos smartphones dobráveis que quer ser o próximo rival das ofertas das gigantes tecnológicas: o Escobar Fold 1. Se o nome lhe é familiar, a sua intuição não o engana, pois esta é na verdade a mais recente novidade oferecida pela empresa de Roberto Escobar, o irmão do barão da droga colombiano Pablo Escobar.

Para competir com o Samsung Galaxy Fold, o Huawei Mate X e o Motorola RAZR, cujos valores se encontram na ordem dos milhares, o dispositivo apresenta um preço mais “em conta” de 350 dólares, chegando também com a promessa de ser quase “indestrutível”. Mas não é tudo: a Escobar Inc. optou por uma estratégia de marketing no mínimo diferente daquelas que são utilizadas pelas suas rivais.

À parte de campanhas publicitárias online que poderão fazer lembrar anúncios de lingerie ou até mesmo vídeos "para adultos", o Escobar Fold 1 chega em duas versões com configurações de memória diferentes. O primeiro modelo conta com 128 GB de armazenamento e 6 GB de RAM enquanto o segundo apresenta o dobro do espaço e 8 GB de memória RAM.

Por baixo do “capot” do smartphone encontra-se um processador Snapdragon 855 Octa-Core de 2,8 Ghz, sendo que este vem instalado com o Android 9.0. O Escobar Fold 1 conta com um ecrã AMOLED FHD+ com uma dimensão total de de 7,8 polegadas, assim como com duas câmaras de 18 e 20 MP. O smartphone dual-sim chega ao utilizador desbloqueado, prometendo ser compatível com todas as redes à volta do mundo. Para se manter "fiel" ao nome da empresa, o wallpaper do dispositivo é, nada mais, nada menos do que a foto do registo policial de Pablo Escobar em 1977.

De acordo com Olof Gustafsson, CEO da Escobar Inc., em declarações à CNET, este é um dispositivo "completamente revolucionário", uma vez que a empresa dispensou todo o tipo de intermediários para disponibilizar o smartphone diretamente ao consumidor. O responsável afimou que a empresa quer "ultrapassar a Apple", criticando até a estratégia de negócio da gigante de Cupertino.

"A indústria [tecnológica], outrora inovadora, está agora cheia de organizações que querem lucrar. Não é por acaso que a Apple é uma das empresas mais ricas no mundo, quando esta vende suportes para computador que custam mais do que o próprio equipamento.", declarou.

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