Segundo Nuno Coelho, consultor da ESRI Portugal, o projecto GEOSal é composto por várias fases, estando nas mãos da camara municipal o evoluir da plataforma para diferentes aplicativos.

“Esta primeira fase vai permitir que os munícipes tenham alguma interatividade com o território a nível da parte de plantas e confrontações com o sistema de edição territorial, e claro toda a parte da participação pública a nível das várias áreas em que actua o Município, permitindo, com funcionalidade, sugestões e denúncias por parte do utilizador,” explicou o representante da ESRI Portugal, Nuno Coelho.

A plataforma, que começou a ser arquitectado a pouco mais de um ano, teve no início maior entrosamento com o gabinete técnico por basear-se na localização, embora garante o Consultor Nuno Coelho que esta envolve todas as áreas operacionais da Câmara Municipal do Sal.

Para o vereador de Infra-estrutura e Urbanismo, Victor Cardoso, não há dúvidas, o projecto é “inovador” e com indicativos de vir a ser “eficiente”.

“É a primeira vez, mas acreditamos que esta ferramenta seja agressiva a todas as problemáticas que os munícipes poderão ter no seu dia-a-dia, pois imagine poder tirar documentos, denunciar ou até mesmo contribuir com observações e opiniões que favoreçam o bem comum”, explicou Victor Cardoso, que adianta ainda que “tal ferramenta terá um papel importante no processo de toponímia da ilha que se avizinha.

Inforpress

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