O responsável das paróquias dos Espargos e Santa Maria falava à Inforpress, mas lembrou na altura da visita do Papa João Paulo II tinha 06 anos, e que nem sonhava, conforme disse, vir a ser padre algum dia.

“Era uma criança de 06 anos, quando pela primeira vez o Papa João Paulo II pisou estas ilhas. Longe de pensar que algum dia viria a ser padre. Mas, são acontecimentos que a gente vai ouvindo e vai dando importância”, conta.

Adriano Baptista que só pensou em ser padre aos 18/19 anos manifesta-se, hoje, orgulhoso por estar na paróquia da ilha onde o Papa colocou seus pés pela primeira vez em Cabo Verde.

Para ele, a visita de um Papa a um país é sempre “um marco importante” para a igreja, para os fiéis era todo aquele país.

“É importante, porque o Papa é um representante de Cristo na Terra que visita o país. Segundo informações que eu tive, o Papa João Paulo II foi acolhido com grande alegria em Cabo Verde”, disse, apontando que o Sumo Pontífice veio nessa missão transmitir uma mensagem de paz e levar os políticos a perceberem da importância do povo cabo-verdiano no desenvolvimento “do nosso Cabo Verde”.

Perguntado como é que a figura de João Paulo II é lembrada até agora, padre Adriano Baptista disse que se tratou de um Papa de paz e que transmitia, com alegria, o Evangelho de Jesus Cristo.

“Ele morreu em Abril de 2005, precisamente na altura que entrei pelo seminário. O Papa João Paulo II era tido um homem de paz e que transmitia com alegria o Evangelho de Jesus Cristo, particularmente aos jovens”, concretizou, sublinhando, pelo que a pessoa lê, conhece, e conta a história, o Sumo Pontífice foi “um marco” na vida da igreja e no mundo.

“Que deixa qualquer pessoa com essa admiração, um homem que encarnou, verdadeiramente, a mensagem de Jesus Cristo na sua pessoa, levando-a a toda a gente, nas mais diferentes nações”, enfatizou.

Papa João Paulo II visitou Cabo Verde nos dias 25, 26 e 27 de Janeiro de 1990, e esteve na ilha do Sal e nas cidades da Praia e do Mindelo, naquela que é a primeira e única visita de um Papa ao arquipélago.

Um ano depois da visita, deu-se abertura política no país, tendo sido realizadas as primeiras eleições democráticas e multipartidárias.

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