Fernando Elísio Freire avançou que esteve a explicar a Jorge Carlos Fonseca, os meandros e o conteúdo desta gala, uma organização conjunta do Governo e da Presidência da República, ocasião na qual o governante foi incumbido de levar uma carta convite ao presidente anfitrião, Macky Sall, para estar presente no evento.

A escolha do Senegal, referiu o ministro de Estado, dos Assuntos Parlamentares e da Presidência do Conselho de Ministros e ministro do Desporto, deve-se ao facto do Senegal albergar “uma grande comunidade cabo-verdiana, muito integrada”, pelo que a gala é vista como “um momento de Cabo Verde celebrar a sua diáspora africana, aqueles que trabalharam ao longo da vida para a afirmação de Cabo Verde no mundo”.

Elísio Freire sublinhou que a diáspora e os cabo-verdianos que vivem lá fora afigura-se como o maior embaixador de Cabo Verde e que Dezembro foi escolhido na linha das duas primeiras edições, por ser o momento do ano que regista uma maior possibilidade de mobilidade da comunidade.

A ocasião, referiuo governante, é anualmente aproveitada para o Governo reunir todas as suas embaixadas e entidades de Cabo Verde, neste caso, à volta de um país africano.

Senegal vai albergar a terceira edição da Gala Cabo Verde Sucesso, depois de os Estados Unidos acolherem a primeira edição em 2017 e Portugal em 2018.

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