Zonas como Alto São Tomé, Alto Peixinho, Galinheira, Chã de Matinho Norte e Chã de Viúva têm enfrentado, constantemente, rupturas de água na rede, queixam-se os moradores, que se dizem “angustiados” com essa situação.

A cidade do Porto Novo dispõe, há quase 20 anos, de uma rede de distribuição de água, que, além de ser obsoleta, apresenta muitas insuficiências, segundo a edilidade portonovense, que perspectiva a resolução do problema, a partir de 2021, no âmbito do projecto de água e saneamento para Santo Antão.

A rede, por ser antiga, tem perdas técnicas à volta de 50 por cento (%), uma situação que, acreditam os responsáveis municipais, será atendida com a implementação do projecto de água e saneamento para Santo Antão, lançado em Setembro, que prevê a instalação de 25 quilómetros de conduta, na cidade do Porto Novo.

Uma auditoria feita a esta rede de distribuição de água, que cobre 84 por cento (%) da cidade do Porto Novo, estima em 16 milhões de euros o montante dos investimentos a curto, médio e longo prazo na melhoria desta infra-estrutura, com 28 quilómetros de extensão.

O estudo, apresentado, em Setembro, destaca a componente distribuição como sendo o maior desafio ao sistema de abastecimento de água potável na cidade do Porto Novo, cuja sustentabilidade tem sido ameaçada, sobretudo, pelas “perdas avultadas” da rede.

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