A informação foi avançada esta segunda-feira pelo edil, José Alves Fernandes, justificando que os atrasos ficaram a dever-se aos trabalhos de colocação de tubagens para água, eletricidade e telecomunicação, e também por causa da avaria na máquina de produção de pavê.

Segundo o autarca, os trabalhos da requalificação do centro da cidade de Assomada, orçadas em 145 mil contos com recurso à banca, abrangeram a Avenida da Liberdade, Rua Pedonal, calcetamento de alguns bairros e reabilitação do Mercado Pelourinho, que será transformado num Centro de Artes, “decorrem dentro da normalidade”.

Conforme constatou a Inforpress no local, já foram colocadas as primeiras camadas do alcatrão desde o arranque das obras, em novembro de 2017, e algumas artérias já receberam a segunda camada, estando também a bom ritmo os trabalhos na futura Rua Pedonal que já começou a receber os passeios com as respectivas peças de lancil e pavê.

Na avenida, já foram colocadas plantas ornamentais para espaços verdes e semáforos.

Em nota de imprensa, o edil de Santa Catarina disse acreditar que, com este “pontapé de saída” estarão a começar a fazer de Santa Catarina uma terra de progresso e desenvolvimento e que depois da conclusão da obra, iniciam a “nova largada da cidade, uma cidade inclusiva, atrativa e capaz de mobilizar visitantes e investimento”.

“Com a requalificação do centro da cidade, com a rua pedonal, e apostando numa boa agenda cultural e numa estratégia clara de mobilização de investimento, abre-se a porta para se fazer de Assomada um grande centro urbano da ilha de Santiago e um destino de referência”, referiu.

A obra que arrancou em novembro de 2017, deveria estar concluída entre Maio e Junho, mas a nova data de entrega ficou adiada para 18 de setembro de 2018.