À Inforpress, um dos empresários, Wael Torkey, explicou que pretendem com esta iniciativa promover a cultura e a mostrar arte egípcia aos cabo-verdianos, e em particular aos santa-catarinenses.

Segundo a mesma fonte, durante dez dias, o público vai ter a oportunidade de ver e comprar produtos diversos a “preços acessíveis” (a partir de 200 escudos) daquele país africano “feitos à mão” desde tapete, produtos em prata, mobiliários, utensílios para cozinha, quadros, vestuários, bijutarias, estátuas, candeeiros e entre outros.

A iniciativa, que conforme lembrou esteve recentemente na Cidade da Praia e que culmina em Assomada, deve seguir para outros países africanos.

Entretanto, Wael Torkey deixou a promessa de regressar a Cabo Verde “nos próximo tempos” para uma nova exposição de arte egípcia, desta feita em outras ilhas do arquipélago.