Rosana Almeida, que fez esta alerta na sua mensagem alusiva ao Dia da Mulher Africana, celebrado hoje, 31 de Julho, realçou, por outro lado, que a África, por ser um continente que respira o “futuro”, deve cuidar da mulher que está a ser afectada com perda de rendas, com falta de protecção social e desemprego.

“Precisamos driblar esses problemas, pelo que é hora de todos nós (…) corrigirmos os desequilíbrios existentes e estarmos atentos às autoridades de cada um dos nossos países, a ponto de fazer com que as respostas que são dadas para o combate a Covid-19 levem em conta as questões relacionadas com as melhores”, disse.

Na sua mensagem alusiva a data, Rosana Almeida considerou que este é um “grande desafio” que se coloca a cada uma das mulheres africanas, e realça ainda que o futuro do continente pode vir a ser alvo de um redesenhar de políticas tendo em conta a Coivd-19.

No capítulo da participação política na África, apesar dos dados disponíveis não evidenciarem ganhos, a presidente o ICIEG apontou o Ruanda como um exemplo mundial a nível da participação política, onde o parlamento é constituído, maioritariamente, por mulheres.

A África por ser um continente onde as mulheres estão em várias frentes de liderança, deve segundo Rosana Almeida ser vangloriar-se pelos seus ganhos, pelo que aproveitou, na sua mensagem, para convidar as mulheres para, juntas, pensarem que “esta África é nossa”.

Neste âmbito, apela às mulheres a serem mais proactivas, a trabalharem mais e a terem mais coragem para estarem na “hora certa e no sítio certo” para influenciar as políticas públicas traçadas para o continente.

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