Em declarações à Inforpress, à margem da campanha, a responsável assegurou que normalmente todos os anos atingem “mais do que 96 por cento (%)” das crianças, mas que a expectativa é continuar a aumentar cada vez mais essa percentagem.

“Único constrangimento que tivemos hoje tem a ver com a questão da água para as crianças tomarem medicamentos, mas a nível geral o primeiro dia da campanha foi bom”, declarou Indira Silva.

Segundo adiantou, o foco principal é desparasitar maior número dessas crianças, contribuindo assim para a redução das infecções que podem surgir.

A campanha foi promovida pelo Ministério da Saúde e Segurança Social em parceria com o Ministério da Educação com o objectivo de reduzir a carga de infecção pelos parasitas intestinais, fazendo com que as crianças cresçam “mais saudáveis”.

Segundo informações do Ministério da Saúde, em todo o mundo há cerca de um milhão e meio de pessoas infectadas com helmintos transmitidos pelo solo e metade delas são crianças.

As doenças helmínticas, avançou a mesma fonte, podem ser prevenidas e combatidas através de algumas medidas de saúde pública comprovadas, destacando-se o saneamento básico, bem como higiene do meio, educação para a saúde e medidas antiparasitárias.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda várias intervenções, de entre elas, a desparasitação das crianças em idade escolares, por forma a diminuir a gravidade e a mortalidade por certas doenças, nomeadamente a diarreia.

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