Lígia Fonseca falou desta “inquietação” no momento em que presidia à abertura de uma acção de capacitação destinada aos profissionais que lidam com o público-alvo portador de deficiência promovida, hoje, pela Colmeia.

“Tem de haver uma resposta rápida, já vai fazer 48 horas que as crianças estão desaparecidas, para além da primeira menina que desapareceu em Novembro. A situação está muito grave e merece uma resposta”, disse.

Por sua vez, a presidente do Instituto Cabo-verdiano das Crianças e do Adolescentes (ICCA), Maria José Alfama, considerou que a situação é “grave” e “dói a todos que recebem esta noticia”.

“Neste momento, vamos para a Polícia Judiciaria para saber se a instituição tem mais informações sobre o caso. Isso já está a ficar complicado”, afirmou.

A presidente do ICCA informou, ainda, à imprensa, que já figura na agenda da instituição chamar todos os intervenientes, neste processo, para saberem como dar luta à situação.

O momento, realçou, é de chamar a atenção das famílias para o facto de o desaparecimento das crianças é uma realidade no país, que vem acontecendo com mais frequência, e que é necessário que cada um esteja mais alerta.

Este apelo vem na sequencia do desaparecimento, desde sábado, de Clarisse Mendes (Nina) e Sandro Mendes (Filú), duas crianças que residem em Castelão com a mãe e oram dadas como desaparecidas em Achada Limpo, local onde vive a avó.

É de lembrar que, ainda, está por desvendar o desaparecimento da pequena Edvania Gonçalves, que residia em Eugénio Lima, desaparecida desde o mês de Novembro de 2017.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.