Kenny Rogers morreu, sexta-feira, 20, de causas naturais, em casa, em Sandy Springs, na Geórgia, disse à Associated Press o seu representante Keith Hagan. O cantor estava sob cuidados paliativos.

O artista de voz rouca e barba prateada, vendeu dezenas de milhões de discos, ganhou três Grammys e foi a estrela de filmes de TV baseados em “The Gambler” e outras músicas, ganhando grande destaque nas décadas de 1970 e 1980.

Natural de Houston, Kenny Rogers cantou jazz, folk, e pop, mas sempre preferiu ser considerado um cantor country.

Kenny Rogers, que retirou-se dos palcos em 2017, trabalhou com muitos artistas do seu tempo, mas ressalta a colaboração com Dolly Parton, o que iniciou sob sugestão de Barry Gibb (do grupo Bee Gees), que escreveu “Islands in the Stream”.

Com Dolly Parton, Kenny Rogers fez várias digressões, incluído as da Austrália e Nova Zelândia em 1984 e 1987.

Outra colaboração de destaque foi com Lionel Richie, que escreveu o tema “Lady”, que se tornou um dos mais tocados de Kenny Rogers.

O cantor abraçou causas humanitárias, apoiando organizações como a Cruz Vermelha e MusicCares. Foi uma das 46 vozes da canção “We are the World”, destinada a apoiar a luta contra a fome em África, em 1985.

A família de Kenny Rogers diz que vai ter uma cerimônia privada “por causa da emergência nacional do Covid-19”. Posteriormente será anunciada uma homenagem pública.

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