“Nesta matéria só tenho uma coisa a dizer: polícia não critica Justiça, não há mais nada a dizer, pois a instituição policial tem regras próprias as quais deve seguir, a polícia não critica a Justiça”, repetiu Paulo Rocha, abordado pelos jornalistas, na manhã de hoje, na cidade do Mindelo.

Recentemente, em declarações à Rádio de Cabo Verde, o comandante da Polícia Nacional (PN) na ilha do Sal, Elias Silva, disse que “Cabo Verde tem uma lei amiga das armas”, no cargo desde 14 de Setembro de 2017, data da tomada de posse.

Questionado se o Governo, já agora, prevê alguma mexida na lei que regula as armas de fogo, o ministro explicou que é necessário “separar as coisas”, pois não discute a aplicação da lei.

“Se for necessário alterar para reforçar alguns dispositivos o Governo assim o fará, e tem feito essa ponderação, o demais é o lado operacional da polícia que tem as sua regras próprias e a corporação sabe-o bem”, concluiu Paulo Rocha.

Por outro lado, questionado sobre os processos de desaparecimento de pessoas no arquipélago, o ministro foi taxativo: “O Ministério Público constituiu uma equipa que está a dirigir a investigação e não cabe a Ministério da Administração Interna esta gestão”, concluiu.