A ministra fez essas considerações ao ser questionada hoje pela imprensa sobre informações que circulam no domínio público, na sequência da denúncia avançada em entrevista à Inforpress pela presidente do Sindicato dos Professores da ilha de Santiago, Lígia Herbert, segundo as quais os professores recrutados recentemente, têm de passar de três em três meses, por testes de competência.

“Desconheço isso, mas o que se fez foi uma prova na fase de recrutamento e um teste de seguimento do processo de ensino/aprendizagem”, desmentiu a ministra, explicando que, o que se tem feito é verificar se existe algum professor ou turma com problemas, para se intervir com “acções de acompanhamento da equipa pedagógica que vai mostrar ao docente como fazer para se melhorar”, aclarou.

Avançou, por outro lado, que neste momento já têm em aplicação o sistema Integrado de Gestão Escolar (SIGE), um plano integral da gestão que permite ver os resultados logo que sejam introduzidos no sistema, para permitir uma intervenção eficaz.

“Antigamente só se intervinha quando não havia remédio. Agora não, acompanhamos passo a passo o sistema e se o professor mostrar dificuldades terá apoio logo de seguida. Isso se chama reforçar a coordenação pedagógica”, asseverou.

De acordo com a governante, neste processo os professores com bons resultados “passam a ser exemplos” para os outros, tendo, a título de exemplo, escolhido o caso de sucesso dos professores de necessidades educativas especiais.

Trata-se, segundo Maritza Rosabal, de um processo de avaliação do ensino/aprendizagem para ajudar os professores, o que na sua opinião é uma mais-valia, pois, ajuda na aprendizagem dos docentes por trabalharem em conjunto com o agrupamento.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.