Em declarações a RFI, a ministra da Cultura de Angola, Carolina Cerqueira, sublinhou nomeadamente que a contribuição da China deve ser perspectivada em termos de capacitação e de procura de parcerias destinadas à preservação do património, num contexto sustentável em que os jovens africanos deverão participar.

Relançar os mecanismos, capacitar e implementar parcerias visando preservar o património mundial africano, principalmente o que está em perigo, foi o objectivo do forum UNESCO-Africa-China decorrido em Paris de 3 a 4 de Junho, na sede da agência da ONU para a Educação, Ciência e Cultura.

De acordo com os representantes dos países africanos que participaram no referido encontro,a contribuição da China visa partilhar a sua experiência em matéria de preservação do património, assim como criar as condições para proteger contra a degradação, os sítios africanos em perigo.

Angola que organiza de 5 a 8 de Julho em M’Banza Kongo( património mundial da humanidade) a primeira edição do FestiKongo, festival internacional consagrado às culturas dos países que formavam o antigo Reinodo Congo ( Angola, Gabão, República Democrática do Congo, Congo-Brazzaville) foi representada no citado foram pela ministra da Cultura, Carolina Cerqueira.

Em declarações à RFI, Carolina Cerqueira realçou a importância da criação de novos mecanismos,a implementação de parcerias bilaterais e multilaterais, bem como a responsabilidade e empregabilidade dos jovens ,bem como a partilha da experiência chinesa no domínio, com o objectivo de preservar o património africano, designadamente o que está em perigo.

No decurso do forum ,o Dr. Ziva Domingos e Emanuel Caboco, técnicos  do Ministério da Cultura de Angola, expuseram igualmente as perspectivas e as acções destinadas a salvaguardar e a promover o sítio de M’Banza Kongo, promovido, pela Unesco, a património mundial da humanidade em 8 de Julho de 2017.

Paralelamente no âmbito da divulgação do seu património cultural e natural, bem como da promoção da cultura de paz no continente africano, Angola, associada à UNESCO, realiza no mês de Setembro a Bienal de Luanda.


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