A informação foi avançada à imprensa pela coordenadora nacional do IDNT, Emília Monteiro, no final de uma formação de quatro dias para 68 inquiridores com o suporte técnico e financeiro da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A responsável adiantou que o resultado final deste inquérito vai ser apresentado no próximo mês de Março e tem como propósito determinar a prevalência, as características e o perfil epidemiológico dos principais factores de risco das doenças crónicas não transmissíveis.

Acrescentou que este inquérito, que conta com o apoio do Instituto Nacional de Estatística (INE), abarcando a faixa etária de 18 a 69 anos, tendo uma amostra aleatória de 7 mil 108 entrevistados.

Emília Monteiro informou que vão ser recolhidos dados comportamentais sobre o consumo do álcool, do tabaco, hipertensão, diabetes, hipercolesterol, bem como doenças cardiovasculares e cerebrais.

Para além dos dados comportamentais, adiantou, também serão recolhidas informações sobre as medidas físicas, designadamente peso, altura e circunferência abdominal, bem como amostras de urina para determinação do sódio e creatinina no sangue.

“Estamos a actualizar os dados porque os últimos foram há 13 anos e o país sentiu a necessidade de fazer essa actualização” justificou Emília Monteiro.

Os resultados do primeiro IDNT, realizado em 2007, demonstram que 12 por cento (%) da população padece de diabetes e que a cifra dos hipertensos é de 35%.

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