Esta é uma medida anunciada pelo presidente da câmara dos Mosteiros, Carlos Fernandinho Teixeira, para uma segunda fase já que neste momento, afirmou, “é necessário fazer o abate de cães vadios que estão a criar prejuízo aos criadores de gado”.

Assim após a conclusão da fase de abate, que está sendo feito por uma equipa que integra técnicos dos Ministérios da Saúde, da Agricultura e Ambiente e da própria câmara municipal, passar-se-á à segunda fase em que todos os cães encontrados nas ruas serão recolhidos e colocados num espaço provisório.

Este indicou que a câmara irá garantir a alimentação e os cuidados por um período de cinco dias após a recolha e convidará depois os seus donos para fazerem o levantamento dos seus animais, se forem de estimação, sublinhando que os animais quando deixarem o espaço criado pelo município serão registados e com a respectiva coleira.

"Se os animais que não forem levantados pelos donos, num determinado período de tempo, a câmara vai encontrar o melhor mecanismo para esta situação", disse Carlos Fernandinho Teixeira sem especificar se serão também abatidos.

A nível dos Mosteiros, a autarquia iniciou, há cerca de duas semanas, o abate de cães vadios e, segundo informações recolhidas junto da equipa, dezenas de animais foram abatidos nos primeiros dias.

Também no município de São Filipe a autarquia iniciou, há sensivelmente duas semanas, o abate de cães vadios e para tal foram criadas três equipas de trabalho que integram elementos da câmara e dos Ministérios da Saúde e da Agricultura e Ambiente.

Neste momento já é visível menos presença de cães vadios nas ruas dos diferentes bairros da cidade de São Filipe não só pelo abate de cães, mas também porque com esta acção muitas pessoas resolveram manter os seus animais fechados para evitar o abate.

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