Adilson Sanches, que é formado em economia, explicou à Inforpress que esta iniciativa surgiu da necessidade de promover um auto-emprego.

Demonstrou, por outro lado, que viu nas novas tecnologias uma oportunidade para promover a venda de “produtos frescos”.

“Depois de terminar meu curso de economia na cidade da Praia, eu era o único rapaz que ajudava a sua mãe na venda de verduras no mercado, e os meus tios têm grandes hortas”, afirmou, acrescentando que foi com base nisso que pensou em fazer algo diferente.

Conforme observou, ainda tem poucos clientes, mas é só um início, daí a necessidade de um trabalho mais intenso.

“Estamos num mundo de avanço tecnológico e globalização, apesar de a globalização trazer mais facilidade na importação dos produtos agrícolas e algumas das variedades que eu ofereço, mas com muitos fertilizantes e conservantes, eu aproveitei a tecnologia para poupar o tempo dos meus clientes”, assegurou.

Segundo ele, além de poupar tempo, fornece produtos naturais, ou seja, sem fertilizantes e conservantes.

Tendo em conta esta pandemia da covid-19 e a declaração do Estado de Emergência, Adilson Sanches considerou que o seu negócio tem grande chance de crescer, mas assegurou que neste momento este não é o seu desejo.

Quer ser uma opção de compra com segurança a fim de evitar a propagação do novo coronavírus.

“Estou disposto a colaborar na contenção e fornecer ajuda para as pessoas que necessitam”, manifestou.

Garantiu que quer fazer doação em géneros alimentícios e produtos higiénicos para as pessoas que precisam.

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