Artur Correia, que falava à imprensa, considerou trata-se de um acto “estratégico e pedagógico” de um grupo que já tinha efectuado uma primeira entrega de 800 testes rápidos em São Vicente, o que totaliza uma doação de 1.600 testes rápidos para pesquisa de anticorpos.

“Estes testes são instrumento fundamental para complementar os testes que fazemos de rotina com o PCR, pois vai nos permitir fazer estudos, investigações e esclarecer diagnósticos como aconteceu com os casos de São Vicente e Boa Vista”, disse.

Sublinhou ainda que, com a realização deste teste, na ilha da Boa Vista, conseguiu-se informações importantíssimas para tomada de decisões no processo de prevenção e controlo contra o novo coronavírus.

Segundo o DNS, são testes que ajudam o Ministério a compreender as origens das infecções, e que quando utilizado em certas linhas investigativas pode-se ter informações complementares através de testes que detectam a presença de anticorpos contra o vírus que o organismo pode produzir, esclarecendo assim se a pessoa teve ou não contacto com o vírus.

Para o presidente do concelho de administração do BCN, Paulo Lima, o grupo por ser de matriz cabo-verdiana preocupa-se com a situação sanitária do país, pelo que tem vindo a apoiar, neste momento de pandemia, com materiais para realização de testes rápidos.

Neste âmbito, e após a entrega do donativo, reafirmou o interesse do Grupo, quer através da Impar ou do Banco Cabo-verdiano de Negócios (BCN), de continuar a olhar para os problemas que o país enfrenta e poder assim contribuir para minimizar a situação.

Referiu ainda, que o grupo a nível da sua actuação quer, no pós-pandemia, junto com o país encontrar soluções para ajudar os cabo-verdianos.

O Grupo Impar neste momento de pandemia da covid-19, entregou ao Ministério de Saúde um total 1.600 testes rápidos, sendo 800 em São Vicente e 800 na Cidade da Praia.

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