Segundo Celina Ferreira o Comité já tem preparado formações no domínio arte de cabedal, animadores sociais e outros a decorrer em vários bairros da capital do país e direccionadas as pessoas vulneráveis.

“Nesses tempos de covid-19 temos de adoptar medidas que possam servir as pessoas vulneráveis, pois, esta pandemia não está sendo fácil para estes tipos de pessoas. Aliás, temos uma equipa de apoio a trabalhar com equipas da câmara municipal, ONG e Ministério da Inclusão e Família, que estão a apoiar as pessoas no domínio psicológico”, disse.

Ainda segundo Celina Ferreira, durante a pandemia de covid-19 os testes de HIV/Sida não foram interrompidos, estando os serviços de saúde e o posto móvel sempre disponível para quem queira fazer exames.

Segundo aquela responsável, no contexto da pandemia a CCS-Sida reforçou a sua intervenção adaptando no reforço de intervenção, presencial ou ‘online’, junto das pessoas portadores de HIV/Sida.

PC/CP

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.