Este responsável deu estas informações à Inforpress, ao falar das actividades que o Projecto Vitó tem em andamento, elencando a conservação da flora, conservação de aves marinhas, conservação de tartarugas marinhas e conservação de répteis terrestres.

Tendo em conta os números registados sobre as tartarugas marinhas, considerou esta época como sendo “extraordinária e excepcional” nos ilhéus Rombos, que, segundo o mesmo, é dos cinco pontos “mais importantes” para a desova de tartarugas e para a conservação da biodiversidade em Cabo Verde.

Sublinhou ainda que na ilha do Fogo têm vindo a enfrentar alguns problemas, essencialmente de captura de tartarugas, apontando a colaboração da Polícia Nacional e da Delegação do Ministério da Agricultura e Ambiente no combate a esta prática.

Mas, mesmo assim, ressaltou que está a surgir alguns casos, porque “infelizmente ainda é uma prática que a sociedade não entendeu que é proibida e deve ser evitada”.

Segundo a mesma fonte, encontra-se nos ilhéus desde o passado dia 17 de Junho, uma equipa permanente de biólogo e monitores.

MC/ZS

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