António Nhaga falava numa conferência imprensa na qual foi anunciado o reinício de serviços noticiosos da rádio Capital FM, um mês depois da sua destruição.

“O atraso na investigação da destruição da CFM demostra que há um regime autoritária na Guiné-Bissau que não pode conviver com a notícia,” disse Nhaga.

Mas a presidente do Sindicato de Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social, Indira Coreia Balde, mostrou-se confiante que a polícia da investigação trará ao público os resultados da investigação e consequentemente a responsabilização dos atores morais e materiais pela destruição da CFM.

Na ocasião, o diretor-executivo Interino da CFM, Sumba Nansil, disse que, na próxima segunda-feira, 31 de Agosto, será retomada outra parte da programação.

A CFM é parceira da Voz da América em Bissau.

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