Em comunicado de imprensa enviado hoje à Inforpress, a Associação Sindical dos Jornalistas de Cabo Verde (AJOC) informa que podem concorrer ao PNJ os trabalhados redigidos ou elaborados em língua portuguesa ou na língua cabo-verdiana, de autoria de um ou mais jornalistas profissionais e que versem temáticas que correspondam aos objectivos previstos no artigo 3º da Resolução.

Os trabalhos apresentados a concurso, segundo a AJOC, devem, preferencialmente, revestir as tipologias de artigos de fundo, entrevistas, reportagens e trabalhos de investigação jornalística.

Os candidatos podem concorrer com apenas dois trabalhos e a todas as categorias do PNJ da Rádio, Imprensa e Televisão, devendo cada candidatura ser instruída em separado, com documentação própria e autónoma das demais peças concorrentes.

“O PNJ reveste a natureza de prémio pecuniário no valor de um milhão e quinhentos mil escudos a serem distribuídos equitativamente pelas três categorias e sujeito aos descontos legais”, lê-se na nota que indica que serão ainda atribuídos estatuetas e certificados de reconhecimento aos melhores trabalhos jornalísticos submetidos a concurso e publicados em primeira edição no território nacional de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2018.

O PNJ foi criado pelo Governo em 2014 para galardoar os melhores trabalhos jornalísticos publicados nos órgãos de comunicação nacionais, regionais e locais, os quais são avaliados segundo os critérios de qualidade técnica, originalidade, criatividade e profundidade do tema abordado, adaptação da narrativa ao meio escolhido, pertinência e actualidade, assim como potenciais impactos.

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