Águas de Santo Antão resultará da fusão dos SAAS dos municípios do Porto Novo, Paul e da Ribeira Grande e a integração do pessoal afecto a estes serviços na empresa intermunicipal de água e saneamento está a gerar alguma incerteza e apreensão junto dos trabalhadores.

O Sindicato Livre dos Trabalhadores de Santo Antão (SLTSA), segundo o seu secretário permanente, Carlos Bartolomeu, diz “preocupado” que já não tem ainda “nenhum conhecimento” em como se processará a integração dos trabalhadores dos SAAS na empresa Águas de Santo Antão.

Segundo a direcção da Associação dos Municípios de Santo Antão, a questão do pessoal está a ser analisado, admitindo que o pessoal que, eventualmente, não faça parte da nova empresa será indemnizado ou então poderá optar pela via de reforma antecipada, se isso for o caso.

O SLTSA está, para já, preocupado, com a situação do pessoal dos SAAS em todos os concelhos, mais precisamente das varredoras e dos trabalhadores envolvidos na recolha do lixo, que estão a auferir ordenados de 13 mil escudos/mensais, abaixo do salário mínimo nacional.

A integração desses trabalhadores no sistema de previdência social e a criação de um plano de saúde para o pessoal ligado à recolha do lixo são outras preocupações deste sindicato, segundo Carlos Bartolomeu.água

Este sindicalista lamenta a “falta de abertura” por parte dos municípios na abordagem destas questões que afectam “bastante” esses trabalhadores.

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