"Cabo Verde deve usar tecnologia para impulsionar o crescimento económico, deve atrair e reter o talento, e o último dos três ‘tês’ refere-se à capacidade de transferir a riqueza dos outros dois ‘tês’ para a economia como um todo", disse o banqueiro.

O presidente do maior banco comercial em Cabo Verde falava na conferência organizada pela Lusa, com o apoio do Governo de Cabo Verde, subordinada ao tema “Cabo Verde: Desafios do Futuro”.

Para Francisco Costa, África é encarada pelos investidores como um bom sítio para investir, apesar das dificuldades de contexto do continente.

"Em maio de 2000, a revista The Economist olhava para África como um 'hopeless continent' (continente perdido), mas em 2011 o título já era Africa Rising, numa alusão clara à capacitação do continente para ser um ‘player’ global", lembrou o banqueiro.

“Já este ano, a revista produziu outra edição em cuja capa se lia "'The new scramble for Africa', referindo-se à disputa dos investidores, e isto são boas notícias, porque quer dizer que o continente é encarado como um bom sítio para investir", concluiu.

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