Trata-se de um projecto do grupo português “Oásis Atlântico”, que passa também pela construção de um centro interpretativo de música, e de equipamentos colectivos, como restaurantes, bares, recepção, piscinas, salas de reuniões, ginásios e pubs, bem como a transformação da alfândega velha, defronte da baía, num restaurante.

O presidente da Câmara Municipal do Tarrafal, José Pedro Soares, revelou que numa primeira fase o “Resort Oasis Atlântico” vai ter 171 quartos e está projectado para criar 120 postos de trabalhos directos.

Para numa segunda etapa está prevista a construção de mais 500 apartamentos e 400 postos de trabalho, de forma a proporcionar o encaixe de 200 mil euros de taxa turística por ano e 950 mil euros de Imposto sobre Valor Acrescentado (IVA) anual.

O edil tarrafalense afiançou que este empreendimento turístico vai, num ano comemorativo do centenário deste concelho, alavancar outras actividades e injecção de dinheiro na economia local e que está idealizada para “ressuscitar o turismo não só local, mas a nível regional, da ilha, do país e quiçá, a nível internacional”.

O “Resort Oasis Atlântico”, avaliado em 7.5 milhões de euros (cerca de 700 milhões de escudos cabo-verdianos) fica na actual Aldeia Turística, ao lado da Baía Verde.

O contrato para a construção desta infra-estrutura foi assinado entre Câmara Municipal do Tarrafal e a administração do Grupo Oasis Atlântico, em Abril de 2018.

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