Pedro Lopes falava à imprensa durante o lançamento oficial do programa Jump Start, cujo objectivo é fornecer estagiários a empresas nacionais e internacionais, através do NOSiAkademia, que possam desenvolver projectos de Investigação e Desenvolvimento consoante a necessidade das mesmas.

Segundo este responsável, pretende-se com este programa atingir três objectivos como reforçar as competências digitais dos jovens através da NosiAkademia, dar as empresas a capacidade de ter jovens preparados para fazerem uma revolução empresarial na área da inovação e inserir esses jovens no mercado de trabalho.

“Este é um programa que permite que o jovem ganhe, que a empresa ganhe e que o país ganhe. O jovem aprende com um projecto novo que está a desenvolver e a empresa ganha com o jovem dinâmico que saiu da universidade e que tem a capacidade para desenvolver de forma única uma ideia. Então, estamos aqui a tentar captar os melhores para que eles possam dar o seu contributo para a área da investigação desenvolvimento e inovação para as empresas”, explicou Pedro Lopes.

O secretário de Estado para Inovação e Formação Profissional garantiu que o programa é feito a custo zero para as empresas e possibilita a integração dos jovens no mercado de trabalho. Por isso, defendeu que o lançamento da primeira edição do Jump Start serve como um repto para a adesão de outras empresas.

De acordo com a coordenadora do NOSiAkademia, Érica Andrade, de 2016 a 2018 o NOSi acolheu semestralmente de 12 a 14 estagiários. Mas o programa de estágios ganhou novas dimensões e passou a receber 24 estagiários trimestralmente graças à pareceria com instituições do Governo, como a Secretaria do Estado para Inovação e Formação Profissional, a Direcção Geral do Emprego Formação Profissional, o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Pró-empresa.

Contudo, acrescentou, devido ao “grande sucesso do programa” resolveu-se duplicar o número de admissões e estagiários, passando a receber 48 jovens, a partir da próxima edição que acontece em Agosto de 2019.

É neste sentido, explicou, que surgiu a iniciativa Jump Start que para “incubar competências” no mercado das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) e “colmatar a problemática de desemprego de longa duração” em Cabo Verde.

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