Para o Presidente Tribunal de Contas de São Tomé e Príncipe a execução orçamental de 2017 não está clarificada: “não conseguimos verificar as indicações das dívidas a pagar, nomeadamente internas e externas. O relatório deve demonstrar o que transita para o ano seguinte. Não conseguimos verificar com clareza o que transitou como dívida a pagar para o ano de 2018.

Para Bernardino Araújo as dívidas de quem deve ao Estado não explicitas: “não conseguimos verificar dados relativamente, a dívidas e créditos de terceiros, concretamente as dívidas de quem deve ao Estado. Também não está claro.

Por isso, o Presidente do Tribunal de Contas acentua que a conta geral do Estado de 2017 não deve ser aprovada: “o parecer do Tribunal de Contas recomendou que este Tribunal não aprovasse a Conta Conta Geral do Estado de 2017.

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