Para alcançar esse desiderato, os produtores promoveram já, numa parceria com a Inspecção-geral das Actividades Económicas (IGAE), algumas acções de formação, que se têm debruçado sobre a produção, mas também sobre a correcta comercialização do grogue.

Segundo alguns produtores do grogue dessa localidade, o propósito é a valorização deste produto que, desde Agosto de 2018, está a ser exportado para o mercado europeu, através de uma empresa com sede na própria localidade do Tarrafal de Monte Trigo.

Simão Évora, um dos mais destacados produtores do grogue no Tarrafal de Monte Trigo, enaltece a parceria com a IGAE, a qual tem permitido, igualmente, reforçar as acções de fiscalização nessa zona.

Aliás, os produtores do grogue em toda a ilha de Santo Antão, que nos últimos anos queixaram-se muito da falta de fiscalização, parecem, actualmente, satisfeitos com a acção do IGAE nesta ilha, que, a seu ver, tem contribuído para “estancar” as práticas ilegais na produção da aguardente.

Esta instituição prometeu iniciar, a 01 de Junho, a selagem dos alambiques, impedindo que “supostos” produtores continuem a produzir além do período, legalmente, estabelecido (Janeiro/Junho).

Inforpress/Fim

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