O projecto, promovido pela Associação da Defesa do Património de Mértola, é co-financiado pelo Instituto Camões (Portugal) e consiste numa série de medidas que permitem aos operadores enfrentarem a pandemia e retomar as suas actividades, que praticamente desapareceram com a pandemia.

Alguns operadores, abordados pela Inforpress, dizem-se "ansiosos" para conhecer o projecto e saber até que ponto essa iniciativa poderá contribuir para atenuar "os efeitos nefastos" que a pandemia de covid-19 teve no turismo nesta ilha, onde os empreendimentos, sobretudo os mais pequenos, podem estar em risco.

Em nota enviada à Inforpress, a Associação para a Defesa do Património de Mértola explica que o projecto, com duração de um ano, vai permitir às empresas e aos operadores turísticos a enfrentarem "as dificuldades" criadas pela pandemia de covid-19 e retomarem "de forma segura" as suas actividades.

Guias turísticos, agências de viagem, restauração, hotelaria, empresários, associações e cooperativas ligados indirectamente ao turismo, artesãos vão poder receber apoios no quadro do projecto, com vista ao relançamento das suas actividades.

JM/ZS

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