Porto Novo fez-se representar nesse evento internacional com os queijos frescos e curado do Planalto Norte, através da associação dos criadores da montanha, e com a cachupa de Lajedos, através do restaurante comunitário “Babilónia”.

Está a ser preparado um encontro para a “próxima semana” para a socialização dos resultados conseguidos nesse certame, em que o queijo tradicional do Planalto Norte, com a chancela mundial do gosto há 11 anos, atribuída pela Fundação Slow Food, esteve, uma vez em evidência.

Este queijo produzido, artesanalmente, por 30 criadores, premiado na edição de 2017 com a medalha “Slow Cheese Award”, esteve, pelo quinto ano consecutivo, exposto nessa feira mundial, organizada pela Fundação Slow Food, uma organização não governamental fundada em 1986, com o objetivo de promover uma maior apreciação da comida, melhorar a qualidade das refeições e uma produção que valorize o produto, o produtor e o meio ambiente.

Na edição deste ano, esteve também patente nessa feira o queijo curado do Planalto Leste, facto que deixou satisfeito o produtor António Sabino, para quem a presença dos queijos frescos e curado dessa localidade do interior do Porto Novo nesse certame foi “uma grande oportunidade” para o “reconhecimento de Santo Antão no mundo”.

Durante a mostra, que contou com participantes de todo o mundo, foi promovido um fórum sobre o tema “Os criadores residentes” do Planalto Norte do Porto Novo, que foram representados pelo criador Marciano Guilherme.

A cachupa que faz em Lajedos, interior do Porto Novo, marcou presença nas mesas do evento mundial “Terra madre” através da chefe da cozinha do restaurante comunitário “Babilónia” de Santo Antão, Dilma Almeida.

JM/ZS

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