“Porto Novo quer afirmar-se, no contexto nacional, como município do futuro, que tem “grande desafios” em todos os domínios, mas, também, como sendo “um dos maiores do país em potencial económico e em riqueza”, avança o presidente da edilidade, que recusa a ideia de que o seu concelho é pobre.

 Porto Novo, que ocupa dois terços da ilha da ilha de Santo Antão, com uma área de 557 quilómetros, é o segundo município mais extenso de Cabo Verde, mas a aspiração dos portonovenses é que este concelho venha a ser “um dos maiores” do arquipélago “em potencial de desenvolvimento e em riqueza”, refere ainda o autarca.
“O município não é pobre. Temos potencial e aspiramos ser um município desenvolvido, capaz de dar o seu contributo para o desenvolvimento do país, desde que sejam criadas as grandes infra-estruturas de que necessita”, sublinha ainda o presidente da câmara do Porto Novo, exemplificando o facto de este concelho possuir “uma extensão costa marítima”, que, uma vez explorada, pode contribuir para o desenvolvimento de Cabo Verde.

Para o progresso desta parcela do território nacional e da própria ilha de Santo Antão, Anibal Fonseca advoga a criação das “grandes infra-estruturas”, já prometidas pelo Governo, com destaque para o ensino superior, extensão do porto do Porto Novo e construção do aeroporto, além dos investimentos em água e saneamento.

Além do turismo, Porto Novo é conhecido, também, pelo “grande potencial” que apresenta a nível da pesca, agricultura e pecuária, mas também da indústria cimenteira (pozolanas).

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