António Lima, que, apesar da seca, tem mantido a produção, admite que este queijo, muito procurado por turistas franceses, que chegam a Santo Antão, é “o melhor de Cabo Verde” e “pode levar o Planalto Norte ao mundo”, sendo “um projecto com um futuro brilhante” para os criadores locais.

O queijo curado que, como o queijo fresco, tem estado a marcar presença, praticamente, todos os anos na feira internacional do gosto, em Itália, promovida pela Fundação Slow Food, está, também, a suscitar o interesse de uma empresa suíça, que actua na produção e comercialização de queijos.

O Planalto Norte do Porto Novo, onde se situa o tope de Coroa, uma das sete maravilhas naturais de Santo Antão, é, também, conhecido pelo queijo fresco, produzido artesanalmente, com a chancela, desde 2007, de património mundial do gosto e distinguido, em 2017, com a medalha “Slow Cheese Award”.

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