Além da certificação, constitui ainda aspiração dos produtores poderem exportar o produto, numa altura em que há empresas estrangeiras, designadamente da Suíça, interessadas no queijo produzido no Planalto Norte, classificado pela Fundação Slow Food (Itália) como ” um dos melhores do mundo”.

Nesse planalto, produz-se dois tipos de queijo, o fresco, cuja qualidade é internacionalmente reconhecida, graças aos prémios conquistados em 2007 (património do gosto) e 2017 (Slow Cheese Award), e o curado, que está a destacar-se no mercado como “um produto de excelência”, segundo o produtor António Lima.

Para este produtor, a melhoria da qualidade deste produto, a sua certificação e exportação constituem o “principal desafio” dos criadores de gado do Planalto Norte.

Além da câmara do Porto Novo, que já manifestou “disponibilidade” em trabalhar com os produtores na certificação deste queijo, também, a empresa Aquasun Energia e Água, que se prepara para investir, agora em 2020, 2,4 milhões de contos, no sector agro-industrial em Santo Antão, decidiu “apoiar” os criadores portonovenses na certificação do produto.

Aquasun Energia e Água, além de apoiar os criadores na melhoria das condições de produção, pretende, também, apostar na produção do pasto, para evitar que, em tempos de seca, aconteça a quebra na actividade pecuária, no Porto Novo.

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