No Tarrafal de Monte Trigo, que até ao aparecimento da pandemia de covid-19 era uma das localidades mais visitada da ilha de Santo Antão, os estabelecimentos turísticos têm estado, praticamente, sem hóspedes, segundo o operador João da Luz.
Também na Ribeira das Patas, os empreendimentos têm funcionado com "muitas dificuldades", sem visitantes, no dizer dos operadores, que, entretanto, acreditam "em dias melhores".
O operador João Fortes enaltece as tentativas dos agentes turísticos locais na redinamizacao da actividade turística não só na Ribeira das Patas como em todo o concelho do Porto Novo, a qual continua, todavia, marcada por "incertezas” e, sobretudo, por "muitas dificuldades".
No Planalto Leste, a Casa das Caldeiras, um dos vários empreendimentos existentes nessa zona, continua de portas fechadas, à espera de "melhores dias", segundo a responsável Josefa Sousa.
Enquanto isso, o Governo, os municípios e os seus parceiros têm estado a preparar a ilha para a retoma do turismo, com financiamento de novos empreendimentos, de miradouros e de formação para guias turísticos.
Graças à Cooperação Luxemburguesa, Santo Antão acaba de ganhar mais dez empreendimentos turísticos destinados à promoção do turismo rural e comunitário.
Também, numa iniciativa dos municípios, a rede de miradouros esta a ser alargado, com a construção de mais três miradouros no Tarrafal de Monte Trigo e em Pico da Cruz, no Planalto Leste.
Da mesma forma, o Governo tem em preparação a realização de mais um curso para guias de montanha, com vista a capacitar a classe para melhor acompanhar grupos de praticantes de turismo de montanha e de natureza que procuram Santo Antão.
JM/AA
Inforpress/Fim
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