As estradas, com período de execução de seis meses, visam melhorar o acesso a essas zonas e, consequentemente, facilitar o escoamento dos produtos agrícolas, em reposta à uma reivindicação dos agricultores, que se dizem “preocupados” com a demora no arranque das obras.

Os agricultores dos dois vales lembram que aquando do lançamento dos projectos o chefe do Governo assegurara que as obras teriam arranque efectivo “imediatamente”, o que não se verificou, estando ainda os trabalhos por iniciar-se, decorridos quase três meses após lançamento.

O presidente da câmara do Porto Novo, Aníbal Fonseca, disse ter a indicação de que o arranque das obras das estradas sucederá entre os meses de Outubro e Novembro, deste ano.

Os santantonenses, de uma forma geral, têm vindo a interrogar-se sobre o atraso  no arranque das obras dessas estradas.

A ilha de Santo Antão foi contemplada, em Julho, com investimentos que ultrapassam os 600 mil contos na construção e requalificação de cinco estradas de desencravamento de localidades com potencial agrícola, turístico e pesqueiro.

Trata-se das vias de acesso à Chã de Branquinho, Figueiral do Paul, Cruzinha, Lagoa do Planalto Leste e à Martiene, financiadas pelo Governo de Cabo Verde, no quadro do programa de requalificação, reabilitação e acessibilidades (PRRA).

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