De acordo com a mesma fonte, esse abrandamento no crescimento do PIB de 1% é explicado pelas quedas nas actividades de agricultura, telecomunicações, imobiliária e educação mercantil.

Por outro lado foi registada uma evolução positiva a nível das despesas do consumo final que chegou aos 7,3%.

Conforme o documento, a análise do PIB feita pela óptica da despesa mostra que o consumo privado e o consumo público foram os que mais contribuíram para esse crescimento, com variações de 7,1% e 7,7% respectivamente.

Na óptica da produção, destacam-se positivamente, as actividades com algum peso na economia, nomeadamente os serviços de alojamento e restaurantes (18,1%), construção (19%) e o comércio (9,3%).

“Em queda estiveram os ramos da agricultura (-13,5%), telecomunicações (- 6,3%), imobiliária (-26,8%) e a educação mercantil (-5,8%)” refere o documento.

O INE adianta que em termos globais o sector primário teve uma queda de 12,2%, suplantado, sobretudo pelo fraco desempenho do ramo da agricultura e o secundário registou um aumento de 12,8%, derivado especialmente dos ramos das indústrias (16,3%) e da construção (19,0%).

Em relação ao sector terciário foi registado um aumento de 2,3% contra os 5,8, registados no ano de 2016. A queda no sector terciário de 3,5% pontos percentuais em relação a 2016, explica-se, segundo o INE pelo desempenho negativo dos ramos das telecomunicações (- 6,3%), da imobiliária (-26,8%) e da educação mercantil (-5,8%).

O valor acrescentado bruto (VAB) em 2017 cresceu 2,9%, o que representa uma queda de 1,2% pontos percentuais (p.p.).

Os impostos líquidos de subsídios cresceram apenas 0,1p.p. em relação ao ano transacto.

As exportações registaram um aumento de 5,1% e em 2017 e as importações 14,7%.

Inforpress/fim

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