A multinacional finlandesa, um dos três grandes fabricantes mundiais de equipamentos para telemóveis, faturou 10.005 milhões de euros até junho, menos 6,7% em termos homólogos.

A Nokia atribuiu esta queda à pandemia de COVID-19, que teve um impacto negativo na faturação, em cerca de cerca de 500 milhões de euros e à queda nas vendas na China, onde a empresa mantém uma “abordagem prudente” quando se trata de fechar acordos comerciais.

Estes são os últimos resultados financeiros apresentados pelo ainda presidente executivo da Nokia, Rajeev Suri, que a partir de 01 de agosto será substituído no cargo pelo finlandês Pekka Lundmark.

Segundo a empresa, p resultado de exploração bruto atingiu, entre janeiro e junho, os 3.784 milhões de euros, mais 3,8% em termos homólogos, o resultado de exploração líquido foi de 94 milhões de euros, contra os 581 milhões contabilizados em resultados de exploração operacional negativos no primeiro semestre de 2019.

Segundo a Nokia, a melhoria da rentabilidade deveu-se fundamentalmente à melhoria do resultado bruto das divisões de Networks e Software e à queda dos custos associados à sua rede de telecomunicações.

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