“De uma forma global, a ‘Thomas Cook’ não tem um peso grande naquilo que é os números do turismo, estamos a falar a 5 a 7% aquilo que representa, mas obviamente que impacta indeterminados operadores designadamente na ilha do Sal e da Boa Vista e em pequenos hoteleiros cabo-verdianos”, disse.

Questionado sobre à interrupção súbita das operações da ‘Thomas Cook’ e se já há alguma alternativa, o governante assegurou que para compensar essa saída, haverá um reforço já no próximo Inverno com o mercado holandês e belga.

Tendo em conta que o mundo do turismo se encontra “em dinâmica constante”, Carlos Santos considerou que é preciso reconfigurar o mercado de procura para Cabo Verde e trabalhar a nível da promoção e da diversificação do produto para o País ser mais atractivo.

Do seu ponto de vista, Cabo Verde tem todas as condições de apresentar uma oferta turística muito diversificada, assente na cultura cabo-verdiana, na história e na natureza, mas para tal é preciso definir aquilo que cada ilha pode apresentar, de modo a construir uma agenda e edificar o produto cabo-verdiano.

Na ocasião, assegurou que irá fazer “de tudo” para que o país possa ter ainda no decorrer deste ano um programa operacional do turismo, para personalizar aquilo que já se fez, e edificar os produtos cabo-verdiano que ainda não existem.

“Neste momento já temos os masterplan, agora temos que trabalhar com velocidade para conseguir ainda este ano ter um programa operacional de turismo”, referiu, frisando que a ideia é apresentar “algo que seja único”.

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