O chefe do Governo falava no final da primeira reunião do Conselho de Competitividade, órgão que preside e cujo objetivo é de avaliar semestralmente o estado da execução do plano de ação para a competitividade, isto é, o andamento de um conjunto de reformas e de medidas que têm impacto no ambiente de negócios.

Para já indicou que a avaliação a meio percurso da implementação do plano é positiva, adiantando que um trabalho muito árduo foi realizado pela equipa da unidade para a competitividade.

“Os dados diversos fornecidos por representantes setoriais, a intervenção municipal a nível da Câmara Municipal da Praia, os atores representativos do setor privado demonstram que estamos no caminho certo, isto é, que vamos de facto atingir as metas que queremos para colocarmos Cabo Verde no top 50 do doing business nos próximos 10 anos”, considerou.

A abertura das empresas, acesso ao crédito, a eficiência do sistema de administração fiscal, o processo de fornecimento de serviços de eletricidade, da resolução de insolvências, administração da justiça, os alvarás e licenciamento de construção são alguns dos indicadores avaliados a curto, a médio e a longo prazo.

“A curto prazo temos já atingido um conjunto de objetivos, a médio prazo temos uma avaliação que tem de ser feita num período mais alargado”, adiantou.

Ulisses Correia e Silva explicou que a intenção não é só para “parecer bem na fotografia”, mas ter impacto real nas condições de fazer negócio em Cabo Verde, criar emprego, criar riqueza e desenvolver as ilhas do país.

A segunda reunião do Conselho para a Competitividade, que será realizada ainda este ano vai ser dedicada essencialmente à avaliação das reformas económicas, institucionais.

“As reformas, não carecem da justificação da sua necessidade, estamos a implementá-las vamos acelerar. Como em tudo, os momentos contam”, salientou.