O vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, que presidia a uma conversa aberta com os jovens que participaram durante uma semana no Campus Fogo 2019, do Instituto Politécnico Democracia e Desenvolvimento (IPDD), que os jovens são “empreendedores, comprometedores e com ideias” e que é obrigação do Governo criar as condições para que essas ideias possam ser concretizadas e os jovens possam “produzir, inovar, exportar, criar valores e emprego” na ilha.

“Temos tudo para fazer de Cabo Verde um país diferente e precisamos de jovens empreendedores, responsáveis que devem contar com todo o apoio do Governo”, disse Olavo Correia que na sua mensagem.

Afirmou que o futuro é dos jovens e que tudo aquilo que pode fazer para a juventude será bem feito e terá retorno, razão porque o objectivo do Governo é trabalhar para que os jovens possam ter uma vida melhor.

Questionado se os jovens da ilha do Fogo têm as mesmas possibilidades que os das outras ilhas, Olavo Correia afirmou que pode ser mais dificultado, mas a obrigação do Governo é remover os obstáculos e garantir que os talentos do Fogo, assim como de todas as ilhas, possam colocar a sua capacidade ao serviço de Cabo Verde, observando que os jovens têm capacidade, instrumentos e formação para terem ideias nos diferentes sectores de actividades económicas.

Além do vice-primeiro-ministro, a conversa aberta do campus Fogo 2019 do Instituto Politécnico Democracia e Desenvolvimento (IPDD) contou também com participação dos responsáveis do Instituto de Emprego e Formação Profissional e de Proempresa, assim como do responsável do IPDD, Milton Paiva.

Depois da conversa aberta, que encerrou o campus Fogo 2019, Olavo Correia visitou a instituição de micro finanças e a Cooperativa Soldifogo, para, segundo o mesmo, parabenizar as pessoas que trabalham para fazer Cabo Verde um país diferente, observando que as instituições de micro finanças têm feito um “trabalho extraordinário”.

Por outro lado, durante a visita, o governante discutiu com os responsáveis como poderá ser útil para que possam “fazer melhor, dar mais crédito e mais suporte aos empreendedores cabo-verdianos”, disse o responsável da pasta das Finanças, indicando que o Governo quer trabalhar em parceria com a sociedade civil para “fazer acontecer as coisas”.

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