No documento, a China comprometia-se a comprar 200 mil milhões de dólares adicionais em produtos americanos ao longo de dois anos, incluindo carros, maquinarias, petróleo e produtos agrícolas.

Mas a pandemia do coronavírus interrompeu tudo e as compras desses produtos pela China têm diminuído.

Um comunicado, divulgado em Washington, revela que as duas partes “analisaram medidas que a China tomou para efetuar as mudanças estruturais exigidas pelo acordo”.

Essas mudanças, continua a nota, “vão garantir maior proteção aos direitos de propriedade intelectual, remover obstáculos às empresas americanas nas áreas de serviços financeiros e agricultura e eliminar a transferência forçada de tecnologia”.

Washington e Pequim “reconheceram algum progresso e estão empenhadas em tomar as medidas necessárias para garantir o sucesso do acordo.”

Numa declaração, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo disse ter sido um “diálogo construtivo” entre as partes que “concordaram criar condições e um clima para continuar a impulsionar a implementação da primeira fase do acordo económico e comercial China-EUA”.

A primeira fase do acordo impõe que a cada seis meses haja uma análise da sua implementação.

Recorde-se que, nas últimas semanas, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou as suas críticas contra a China.

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