A criação de um fundo de 750.000 milhões euros para evitar a propagação da dívida grega foi recebida com alívio na China, mas peritos chineses alertam que a situação continua “volátil” e irá afetar a economia do país.“O crescimento económico já não é a primeira prioridade para os países atingidos pela crise: em primeiro lugar eles têm de pagar as suas dívidas e convencer os investidores que são capazes de o fazer”, disse Yu Yongding, presidente do Instituto de Economia Mundial, ao jornal China Daily.
A União Europeia é o maior mercado da China, absorvendo 21 por cento das suas exportações em 2009 - mais 4,5 pontos percentuais do que uma década antes.
Lusa
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