A vereadora explicou que já colocaram uma cancela e um guarda na entrada da lixeira, para controlar a entrada das viaturas que vão despejar o lixo, cabendo ao guarda a tarefa também indicar onde e como deixar o lixo.

“A ideia não é somente evitar que o lixo seja despejado pelo meio do caminho ou num local à deriva, mas também fazer uma separação dos lixos, dependendo das categorias”, salientou a responsável.

Doravante, o lixo proveniente do hospital terá um espaço próprio, bem como o dos supermercados, do barco de Cabo Verde Fast Ferry, da recolha feita pela autarquia, cada um no seu espaço.

Também, para diminuir a quantidade de lixo acumulado, Domingas Coelho avançou que existe uma retroescavadora para fazer covas, onde fazem a queima dos lixos.

Para resolver o problema da lixeira, a ideia é construir um aterro sanitário, que já existe no projeto e estão aguardando feedback da Agência Nacional de Água e Saneamento (ANAS), entidade financiadora.

Entretanto, o prazo para a construção do aterro está estipulado para 2020 e até aí a solução é a lixeira do Favatal.