Um mês após a entrada em vigor da nova lei do álcool, Higor Almeida falava à Inforpress no sentido de elencar alguns benefícios que a nova lei trouxe aos cidadãos da ilha Brava e que têm minimizado algumas situações antes recorrentes.

Neste sentido, referiu a “diminuição considerável” do número de pessoas em estado de embriaguez que antes circulavam pelas ruas, a permanência de crianças nos estabelecimentos de venda de bebidas alcoólicas e redução de alguns conflitos devido ao uso abusivo do álcool, entre outros.

Segundo a mesma fonte, desde a data em que entrou em vigor até agora não depararam com “nenhuma situação anormal”, já que, admitiu, tanto os comerciantes como os consumidores têm estado a cumprir e a observar as normas e os requisitos desta lei.

Nos estabelecimentos comerciais, salientou que em mais de 90 por cento (%) já se observam as normas, desde a sinalização do espaço reservado a venda de bebidas alcoólicas, colocação de proibição de vendas a menores e tradução dos rótulos das bebidas que não estão em português, entre outras normas que a lei exige.

Da fiscalização e rondas da polícia local, segundo a mesma fonte, tem-se notado que o álcool tem estado a ser consumido, mas não fora das normas que a lei exige e impõe, ou seja, as autoridades não se têm deparado com pessoas a consumirem bebidas alcoólicas e nem encontram mendante hiores nos espaços de consumo de bebidas alcoólicas.

A preocupação, salientou Higor Almeida, prende-se com o facto de ainda existirem pessoas a tentar entrar com aguardente na ilha, sem os requisitos exigidos pelo Serviço da Inspecção-geral das Actividades Económicas (IGAE).

Segundo a mesma fonte, no passado fim-de-semana, numa operação de fiscalização, a polícia apreendeu 400 litros de aguardente e o caso já está entregue ao IGAE para dar seguimento ao processo, e avisa que a equipa policial “está atenta” para “cumprir e fazer cumprir” a lei.

“Como autoridade não baixamos a guarda, não vamos facilitar ninguém, qualquer anomalia no transporte de bebidas fazemos a apreensão e damos conhecimento à IGAE”, reiterou Higor Almeida, que acrescentou que muitas vezes as pessoas dizem que é um investimento, mas lembrou também que a polícia existe para cumprir a lei e garantir a segurança dos consumidores.

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