Numa nota publicada na sua página eletrónica oficial, a IGAE indicou que a apreensão aconteceu no fim de semana, no âmbito de uma operação realizada em conjunto com a Polícia Nacional, Guarda Municipal e Câmara Municipal da Praia.

O órgão de polícia criminal adiantou que se trata de "aguardente de produção proibida e que é comercializada em baiões de 25 litros sem nenhuma informação que garanta a sua rastreabilidade de agressão à saúde".

"Cada litro desta bebida ilegal é vendido em torno de 200 escudos (1,81 euros) e a caipirinha que origina é vendido em torno de 400 escudos (3,6 euros) cada unidade", contabilizou a IGAE, notando que a aguardente é feita de "matéria-prima não identificada".

A mesma fonte sublinhou que uma das pistas de que a aguardente usada na produção da caipirinha não é de cana-de-açúcar são as consequências que aparecem depois do seu consumo, nomeadamente náuseas, vómitos e dor de cabeça.

"A IGAE já iniciou a instrução do processo para apurar a origem da bebida e fazer a devida punição ao produtor e ao comerciante", acrescentou.

A autoridade cabo-verdiana alertou os consumidores para "evitarem consumo de aguardente que não esteja devidamente engarrafada e rotulada para melhor proteção da saúde e para permitir às autoridades de fiscalização facilidades na localização dos seus produtores".

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