“Definitivamente, os governos africanos devem criar a atmosfera necessária para que o setor privado assuma as rédeas do desenvolvimento do setor energético”, declarou Goodluck Jonathan, convidado de honra na conferência “Construindo resiliência para um crescimento de longo prazo”.

O setor privado tem maior flexibilidade, maior capacidade de capitalização, tecnologia e recursos humanos que garantem eficácia para projetos de eletrificação do continente, acrescentou.

"Os governos têm de assumir o papel de árbitro, através da função regulatória, e deixar aos que sabem fazer as coisas acontecer no terreno", defendeu.

Goodluck Jonathan assinalou que os recursos hídricos, gás natural, sol e vento de que África dispõe dão ao continente um potencial de geração de energia capaz de ajudar a combater o enorme défice energético que afeta o continente.

"O continente não irá combater a pobreza, enquanto comunidades inteiras continuarem às escuras. A energia é como o sangue, é vital e é o motor da economia", advertiu Jonathan.

Goodluck Jonathan foi Presidente da Nigéria entre 2000 e 2015, tendo sido substituído no cargo pelo atual chefe de Estado, Muhammadu Buhari.

PMA // JH

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