Os bancos que operam na região da União Económica e Monetária da África Ocidental (UEMOA) terão de desenvolver novos produtos para captarem recursos a longo prazo e assim serem capazes de financiar a economia, alertam os economistas do BAD.
"As necessidades de financiamento na região evoluíram", enquanto a principal fonte de financiamento de longo prazo dos bancos continua a ser os depósitos a prazo, escrevem os economistas do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) numa nota de análise divulgada esta semana, em que fazem uma caracterização da UEMOA.
Regulamentação financeira rígida, um mercado de capitais quase inexistente e impostos -- sobre lucros, trabalho e outros -- muito elevados são fortes constrangimentos apontados pelo BAD à UEMOA, organização que integra a Guiné Bissau, Benim, Senegal, Costa do Marfim, Togo, Níger, Mali e Burkina Faso.
Lusa
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