Segundo o relatório de tráfego de janeiro a novembro, ao qual a Lusa teve hoje acesso, globalmente, o movimento de passageiros embarcados e desembarcados nos aeroportos nacionais em voos internacionais aumentou, em termos homólogos, 6,6%, para um total de 1.471.221 em 11 meses.

Já o tráfego doméstico registou, no mesmo período, uma quebra de 7,6%, totalizando 810.545 passageiros, de acordo com o boletim da empresa pública que gere os aeroportos do país.

Em todo o ano de 2018, os aeroportos de Cabo Verde registaram o movimento de 2.702.232 passageiros, máximo histórico que deverá ter sido renovado em 2019. Esse número foi de 2.649.231 passageiros em 2017 e de 2.215.892 em 2016.

No total de 11 meses de 2019, os quatro aeroportos internacionais cabo-verdianos e os três aeródromos contabilizaram 2.317.919 passageiros e 31.723 movimentos de aeronaves, neste caso um aumento de 2,8% face ao mesmo período de 2018.

O Aeroporto Internacional Amílcar Cabral, na ilha do Sal, a mais turística do arquipélago e base da companhia aérea Cabo Verde Airlines, que ali instalou um ‘hub’ aéreo, é o mais movimentado do país. Entre janeiro e novembro somou entre tráfego internacional e doméstico, 934.214 passageiros, uma quebra de 1,6%, transportados por mais de 30 companhias.

O Aeroporto Internacional Nelson Mandela, na Praia, é o segundo mais movimentado de Cabo Verde, com 578.738 passageiros nos 11 meses de 2019, um aumento de 1,8% face ao mesmo período de 2018.

O crescimento dos passageiros no aeroporto da Praia tem sido influenciado, segundo a ASA, pelo tráfego internacional e essencialmente justificado pelo “forte desempenho”, ao longo do ano, das operadoras Tap Air Portugal e Cabo Verde Airlines, bem como da entrada da Air Senegal.

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