Composta pelos atletas Mauro Soares, José Gonçalves e Leonardo Ramos, a equipa nacional de Cabo Verde de katá foi disputar o pódio, tendo sido o ouro arrebatado pela selecção nacional da Argélia, a de prata pelo combinado de Botswana, ao passo que os crioulos partilharam o último lugar do pódio com o Burundi.

Já antes, na disputa da medalha de bronze individual, a atleta Silvana Mendes perdeu o pódio por uma concorrente da Argélia.

Com efeito, Cabo Verde terminou a sua prestação com um saldo de duas medalhas de bronze, por equipas (masculina e feminina), o que para o seleccionador Victor Marques deixa a comitiva “bastante satisfeita por ter participado neste evento, conseguindo o pódio.

“Isto é um mérito, mas também não descartamos a existência de alguns problemas que necessitem de correcções para podermos aspirar grandes patamares. Há ainda muito trabalho por fazer e espero que a Federação continue a apostar na formação de jovens e realização de mais estágios para podermos estar ao mais alto nível em África”, especificou.

Disse que a África já conta com um naipe de países bastante fortes, com alguns campeões do mundo e que para poder estar numa competição deste nível “enfrentando tubarões” com percurso muito longe, torna-se complicado para os atletas cabo-verdianos.

Os I Jogos Africanos de Praia estão projectados como o maior acontecimento desportivo de sempre realizado em Cabo Verde na qualidade de país anfitrião, o arquipélago  irá fazer a sua participação em todas as modalidades em competição.

Sob a égide da Associação de Comité Olímpicos Nacionais Africanos (ACNOA), os Jogos Africanos de Praia Sal 2019 contemplam 11 modalidades ligadas ao mar,  atletismo, basquetebol 3×3, andebol de praia, ténis de praia, futebol de praia, remo no mar, futebol Freestyle, karaté kata, kitesurf, e natação em águas abertas num universo de cerca de 42 países.

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